Observação
de UFO com fortes efeitos físicos em Riolândia, estado de São Paulo, Brasil
A. J. Gevaerd, editor da
Revista UFO
Riolândia,
cidade do extremo noroeste do Estado de São Paulo, a 570 km de São Paulo,
teve uma experiência ufológica significativa na
noite de sábado (19) para domingo (20) da semana passada, resultando em amassamento de alguns pontos de uma vasta área de um canavial. Fui ao local e passei parte do fim e semana analisando o caso que envolveu a observação de um UFO de grandes proporções. A cidade fica a 700 km de Campo Grande, onde
resido, e implicou em mais de 20 horas de viagem ida e
volta.
O caso está em toda a imprensa:
http://www.bomdiari
opreto.com. br/index. asp?jbd=1&id=240&mat=110668
http://www.bomdiari
opreto.com. br/index. asp?jbd=1&id=335&mat=110633
http://www.folhadar
egiao.com. br/noticia? 84057&PHPSESSID=e676b8465 57dc9b06c4c8b732 024c139
http://tvtem.
globo.com/ tv/mod_news. asp?passos= ExibirNoticia&local=&NewsID=127709
O UFO observado tinha formato cilíndrico ovalado e foi
visto pelo empresário Maurício
Pereira da Silva, 39 anos, proprietário da Pousada Piapara, um modesto e bonito empreendimento
às margens do Rio Grande,
que divide SP e MG. Maurício também
viu as luzes do objeto e ouviu o amassamento da cana, quando acordou no meio da noite, entre 03h00 e
03h30 do domingo (20). Simultaneamente, o hospede Durval Ambrizzi Junior,
representante comercial, 58 anos, que estava em um trailer instalado na propriedade, também acordou ouvindo o mesmo som e acabou testemunhando
as luzes, sem observar
objeto.

A primeira
foto do fenômeno, na manhã de 20 de janeiro, por
Solange Buosi:
Apenas no dia seguinte, ao acordarem
e conversarem, por volta das 06h00, proprietário e hóspede da pousada, e suas respectivas
esposas, trataram do assunto.
Foi neste instante, apenas,
que descobriram, na plantação de cana ao lado da propriedade, que não pertence a Maurício, o estranho amassamento nas plantas, situado numa área
disforme estimada em entre 3600 a 5200 m2 (valores
estimados anteriores diferem), ao
lado de uma pequena rua que limita a pousada. As mulheres não acordaram
na noite anterior, não ouviram os sons e nem viram
objetos ou luzes. Maurício e Durval só descobriram que testemunharam mesmo fenômeno naquele instante.
As plantas, já com altura entre 1,5 e 2,5 m, quase
prontas para a colheita, foram
dobradas de maneira
inusitada próximas do chão. O interessante
é que isso foi feito sem os caules se quebrarem, coisa incomum neste tipo de vegetal. As
plantas continuaram vivas e crescendo
deitadas, sendo que, recebendo
uma alternância de raios de Sol e chuva ao longo da semana, já demonstravam franca recuperação
no sábado (26). Os caules já
se curvavam para cima, característica biológica
natural. No entanto, constatou-se
um envelhecimento prematuro
das plantas, com o arroxeamento de parte de sua polpa. O vegetal pareceu próprio para consumo, no entanto.


Maurício
mostra, a partir da janela
da cozinha, onde viu o UFO. O casal Solange e Durval.
Ao
longo da semana, dezenas de pessoas
compareceram na propriedade, entre elas
geógrafos, geólogos, meteorologistas, biólogos e especialistas no cultivo de
cana de açúcar, todos atraídos pelo interesse científico pelo fenômeno.
Todos eles, sem exceção, após análises de vários tipos, atestaram que o fenômeno sofrido naquela seção do canavial ao lado da Pousada Piapara não tem explicação
natural. Com destaque, especialistas em cana de açúcar da União dos Produtores de Bionergia (UDOP),
de Araçatuba (SP), emitiram
comunicado informando que fato ocorrido
não pode ser atribuído a
causas naturais conhecidas.
Por ser dedicada ao aumento e melhoria do cultivo
da cana de açúcar no país, a UDOP se interessou intensamente pelo fato,
e fez reportagens e estudos da situação, realizando também uma filmagem
aérea do fenômeno. Foi assim que se descobriu que, além da marca maior, causada pelo
amassamento das plantas ao
lado da rua que limita a pousada,
outras marcas irregularmente circulares – de 3 a 4 – também estavam presentes no canavial. E igualmente não tinham explicação natural.
A
filmagem aérea: http://www.youtube.com/watch? v=Flt6tPL7ALY
Durante minha
estada na propriedade, fui acompanhado dos ufólogos Gener Silva, advogado
e consultor da Revista UFO, e Jorge Nery,
especialista em telecomunicaçõ
es e eletrônica, ambos integrantes do Instituto de Astronomia e Pesquisas Espaciais
(INAPE), que prestaram sólida assistência
no levantamento dos dados e entrevistas às inúmeras testemunhas,
não só do Caso Riolândia, mas de vários outros nas redondezas.
Nery foi primeiro ufólogo a comparecer à propriedade,
ainda na segunda-feira seguinte (21), constando o fato ainda recente
e interagindo com as testemunhas.

FGevaerd
colhe amostras para análise.
Hipóteses
Apenas o amassamento das plantas de cana de açúcar
na seria fato significativo
para a Ufologia – talvez para outras
disciplinas – caso não tivéssemos
testemunhas de um fenômeno concreto ocorrido apenas
algumas horas antes do efeito
físico sobre a plantação ser descoberto.
Tanto Maurício quanto Durval
ouviram sons de vegetação sendo amassada ou quebrada, sendo que o primeiro
descreveu que o barulho era
muito forte e causava medo. “Parecia um trator passando
sobre a plantação, mas sem
o barulho do motor, só das
plantas sendo amassadas ou
quebradas”, disse à Revista UFO.
Foram
os sons que chamaram a atenção das testemunhas, que acabaram por ver algo no céu. Enquanto Durval, a cerca de 50 m
do local do amassamento, onde
o UFO presumivelmente estaria,
via apenas “luzes fracas espalhadas sobre o local,
como se estivessem ligadas a um
objeto muito grande”, Maurício,
a cerca de 30 m, teve
a oportunidade de ver o artefato,
que definiu como “muito
grande, cilíndrico e ovalado nas pontas”.
Ele viu uma luz fraca ser emanada da parte de baixo
do aparelho, que não emitiu zumbido nem provocou qualquer outro efeito.
Este editor, os ufólogos
Gener e Nery, além de muitos dos presentes ao local –
inclusive integrantes de equipes de jornalismo das
redes Globo e Record –, consultados na ocasião, estão convencidos da idoneidade e sinceridade das testemunhas principais, que,
entrevistadas à exaustão, não
caíram em contradição. Interrogadas separadamente, tiveram seus depoimentos
mutuamente corroborados em detalhes,
à exceção de um ponto: Durval, a partir de seu trailer, mais
distante do UFO, viu apenas luzes
esbranquiçadas, enquanto Maurício, mais perto, viu luzes
emanando do UFO, porém amareladas.


Os ufólogos Gener Silva (esq) e Jorge Nery analisam a cana. Helicóptero estranho
passa a sobrevoar a área.
A insinuação
feita em determinados sites,
de que o proprietário da Pousada
Piapara teria feito o amassamento para atrair turistas
para seu negócio, inspirado no filme Sinais, que foi exibido pela Rede Globo dias antes, não
se sustenta minimamente. Ele teria
que ter produzido o amassamento de uma vasta área
fechada de plantação de cana durante a noite chuvosa, em menos de três horas, e nenhum vestígio de ação humana foi encontrado. Nenhuma planta estava amassada ou quebrada, apenas dobrada. Sem contar o fato de que ele, em momento algum, tentou tirar vantagem da repercussão que o fato atingiu.
As inúmeras
matérias de imprensa já veiculadas sobre o Caso Riolândia não mencionam
o empreendimento de Maurício,
ou, se o fazem, não indicam dados concretos sobre
sua localização. Ele nada lucrou
nem espera lucrar com fato.
Inclusive, informou que já perdeu hóspedes com a divulgação do episódio, que cancelaram reservas por medo de pernoitarem
na área. É importante também
informar que a imprensa só tomou conhecimento do Caso Riolândia através da senhora Solange Cristina Buosi,
50 anos, funcionária do Poder Judiciário
de São Paulo e esposa de Durval,
por ter sentido a necessidade
de comunicar o fato. Foi ela, inclusive, a autora das primeiras
fotos feitas do local, gentilmente cedidas à Revista UFO.

Maurício
colhe cana para os ufólogos e mostra
que ela está envelhecida prematuramente.
Há
ainda um fator corroborador para a legitimidade do caso, que são muitos outros depoimentos
prestados por moradores da região, que dão conta de que objetos não identificados foram
observados em algumas ocasiões antes e após o Caso Riolândia, e até mesmo na tarde que o precedeu e no dia seguinte. Uma das testemunhas é policial militar. Diversas das testemunhas foram entrevistadas
pela Revista UFO, que colheu grande quantidade de material no local, para publicação
em as próxima edição.
Sivaldo
e Cristian, testemunhas de outros
casos, que são abundantes na
região.
Publicarei
mais nos próximos dias.
Vejam
mais fotos aqui: http://www.ufo.com.br/public/riolandia
A. J. Gevaerd,
Editor da Revista UFO