Serra de Baturité (CE): Terra do
Sol, de UFOs e Fenômenos “Marianos”
Paulo R. Poian.
A região Nordeste
brasileira, sempre em destaque na casuística ufológica nacional e
internacional, foi palco de manifestações tidas como “divinas”, mas
comprovadamente de cunho ufológico.
Em meio a uma grande e longa onda
ufológica em vários estados nordestinos, em meados dos anos 90, com inúmeras
dezenas de registros e pesquisas sobre avistamentos, contatos, perseguições e
até abduções, atingindo desde centros urbanos até localidades isoladas, um
acontecimento particular trouxe completa estupefação e êxtase às testemunhas. O
incrível fenômeno produzido na Serra de Baturité (CE), em 1994, está entre os
mais instigantes da Ufologia. Milhares de pessoas compareceram ao município de
Brejo, interior do estado, fazendo-o figurar na imprensa mundial como um dos
locais em que a mãe de Jesus contactava os fiéis católicos. O personagem mais
polêmico da história era o beato José Ernani dos Santos, que afirmava estar em
contato com a Virgem Maria.
Reportando os fatos
A Serra de Baturité
-conhecida também como Terra do Sol, devido ao intenso calor na região- é local
de muitos fenômenos ufológicos que ocorrem regularmente, assim como em outras
partes do território nacional. A seqüência de revoadas de UFOs em toda a área
culminou com vários contatos diretos com alienígenas neste período dos anos 90.
Membros do Centro de Pesquisas Ufológicas (CPU), de Fortaleza, acompanharam de
perto e investigaram profundamente todos os fatos.
No ano de 1994, o cidadão
José Ernani dos Santos, de 25 anos à época, declarou ter visto e conversado com
um “ser de luz”, em suas próprias
palavras, que apresentou-se como sendo a Virgem Maria. Entrevistado pela equipe
do CPU, declarou que a primeira vez que a santa apareceu, estava em companhia
de outras pessoas, rezando numa gruta na Vila Peri, em Fortaleza. A partir
daquela data, 23 de abril de 1994, somente ele conseguia ver a Virgem. “Todas as segundas e sextas-feiras, quando
rezo o terço, sou visitado pela aparição e, numa dessas ocasiões, a mãe de
Jesus disse que já visitou a Serra de Baturité antes e que voltaria nos dias
primeiro de setembro e de outubro. A Virgem deseja que todos estejam lá, pois aquela serra foi escolhida por Deus para as manifestações”.
Suas declarações surpreenderam
e depois o beato José Ernani descreveu
a santa como possuidora das feições de uma jovem de 19 anos, com rosto e
nariz afilados, boca em formato de coração, pele rosada, cabelos castanhos e
ondulados. “Seus olhos são azuis
penetrantes”, garantia. Segundo o rapaz, quando o fenômeno aparecia havia
sempre uma brisa que esvoaçava seu manto, deixando a mostra seus cabelos
sedosos.
Em volta da cintura, a figura
trazia uma faixa da largura aproximada de 4 dedos, cuja ponta descia pela perna
esquerda como uma estola. Nessa faixa ele viu as faces de um homem de barba e
de cabelos brancos, o rosto de Jesus e uma pomba branca. José Ernani atribuiu a
esses desenhos a imagem da Santíssima Trindade (Pai, Filho e o Espírito Santo).
A voz da visitante era melodiosa, compassada e ela teria deixado a seguinte
mensagem, segundo o vidente:
“Queridos filhos, muito obrigado por terem correspondido ao meu
apelo. Hoje trago uma
mensagem de conversão à Baturité. Meus filhos, rezem. Peço-vos que não se cansem de rezar, pois só assim poderão se
aproximar de Deus e se tornar cada vez mais seus filhos. Meus filhos, o
presente mais importante que Jesus quer vos dar hoje é Ele mesmo se fazendo
holocausto para a remissão de vossos pecados, através da Eucaristia. Meus
filhos, amem Jesus na Eucaristia. Hoje é o dia do meu imaculado coração. Não
desprezeis a oportunidade de oferecer vossos sacrifícios em desagravo ao meu
coração. Aos meus filhos prediletos, os sacerdotes de Baturité, dirijo essa
mensagem: honrai vossas vidas, doando-as, a cada dia, aos sacramentos e ao
próximo. Hoje estou abençoando esta terra escolhida por Deus para a minha
manifestação”.
Caso fosse realizada uma
análise prematura e fria, neste ponto inicial, o ceticismo obviamente enviaria qualquer
estudioso de volta para casa, constrangido. Contudo, a persistência
investigativa seria fundamental. A cidade de Brejo, também na Serra de
Baturité, no dia 1° de setembro de 1994, foi visitada por mais de 3 mil pessoas
em romaria, convocadas pelo beato. Todas eram unânimes em afirmar que, às 14:10
h, testemunharam o sol perder sua claridade, ficando como a lua cheia e mudando
de cor, enquanto que uma insólita brisa suave amenizava o clima causticante da
região. Nesse momento, os “fiéis” caíram de joelhos, todos rezaram e choraram
em voz alta, pedindo misericórdia à santa milagrosa. Nesse cenário, várias
pessoas garantiram ter visto alguma coisa. O agricultor José Valdenir Lima, por
exemplo, jurava que ao se aproximar do local, quando o beato José Ernani se
ajoelhou, viu algo como uma fumaça sair entre as palmeiras, enquanto um vento
frio balançava as palhas das árvores. Outras pessoas disseram ter visto a santa
como uma figura transparente que subiu ao céu. O pesquisador Marco Rabelo, do
CPU, estava presente e documentou o acontecimento, sem que, no entanto, nada de
real pudesse ser confirmado. O que se observou, segundo Rabelo, foi apenas uma
nuvem que cobriu o lugarejo e raios multicoloridos que se espalharam no espaço,
descendo até a copa das árvores. Diante de inúmeras fotografias e declarações
coletadas, os pesquisadores resolveram tentar esclarecer o que de verdade
existia sobre este episódio.
O CPU, presidido pelo ufólogo e co-editor da Revista Ufo
Reginaldo de Athayde, vinha acompanhando há mais de 2 anos todos os casos de UFOs e possíveis contatos acontecidos na
região. Todavia, não podia afirmar ainda que os fenômenos estivessem
interligados. Poderia ter havido uma preparação psicológica para o que
aconteceria em 1° de outubro, porque percebia-se que realmente algo interferiu
na vida normal dos habitantes da região. A intenção era dissecar o fenômeno e
oferecer explicações científicas para os fatos ou, caso contrário, reconhecer
que algo muito além da simples compreensão humana poderia estar se manifestando
naquele interior de estado.
O melhor ainda estava por vir
A grande oportunidade seria a
data seguinte, marcada pelo vidente para a volta da Virgem, 1º de outubro. O
local exato ficava no Sítio Labirinto, uma baixada cercada por pequenas serras
e com plantações de cana-de-açúcar e mandioca. Naquele dia, o ambiente era
místico: pessoas com terços, Bíblias e outros objetos religiosos nas mãos, além
de cegos e outros deficientes físicos entoando cânticos marianos, todos
procurando um lugar mais próximo onde seria erguido o altar para Virgem.
Devidamente instalados com
filmadoras, máquinas fotográficas, detectores de energia estática e de campo
magnético, os pesquisadores iniciaram entrevistas a populares, que afinavam as
vozes com cânticos religiosos. Por volta de 11:00 h, o local estava repleto e
pessoas chegavam de todas as partes, de ônibus,
bicicleta, a cavalo ou a pé. Mais de 5 mil fiéis aguardavam o horário marcado
pelo beato, às 14:00 h e, segundo ele, a Santa desceria dos céus em busca dos
confiantes devotos. O recinto era cercado por cordas e guardado por escoteiros
de Baturité, que haviam recebido ordens para não deixar ninguém se aproximar,
nem mesmo a imprensa. Faltando 10 minutos, uma procissão se aproximou, com o
vidente José Ernani dos Santos acompanhado por 2 auxiliares, rezando um terço e
postando-se no ponto em que deveria concretizar-se a aparição. O jovem pedia
calma e solicitava que não o tocassem, pois “era apenas um pecador escolhido pela Virgem para transmitir as mensagens
e que não obraria nenhum milagre”, conforme suas próprias palavras.
Ajoelha-se, reza e, falando ao microfone, diz aos fiéis que a Santa estaria
benzendo a todos os objetos e animais que ali estavam. Depois, Ela abençoaria
os presentes e, na terceira vez, a cidade de Baturité e especialmente os monges
do Mosteiro dos Jesuítas.
Faltando 2 minutos para as
14:00 h, a multidão olhava para o céu. No alto, as nuvens estavam sendo
curiosamente encaminhadas pelo vento para o local esperado e as duas maiores
juntaram-se numa só. Esta nova nuvem era diferente, escura e pareceu
nitidamente diminuir a velocidade, enquanto as demais seguiram normalmente o
percurso aleatório. Uma brisa fresca, mas carregada de energia eletrostática,
surgiu como da outra vez e concedeu uma refrescante mudança de temperatura,
enquanto pessoas caíam de joelhos ou rolavam pelo chão, com os olhares para o
céu, como se estivessem em transe. A nuvem parecia parada sobre o Sítio
Labirinto e o sol, a pino, por trás da mesma, espalhava raios multicoloridos
sobre a copa das árvores. Um círculo prateado, com tamanho aproximado da lua,
se formou ao lado do sol, deixando-se ver e desaparecendo lentamente,
emocionando a todos. A excitação foi geral: gritos de perdão, choros e canções
religiosas tornaram o ambiente indescritivelmente místico e amedrontador. José
Ernani, em transe, escrevia uma mensagem que estaria sendo ditada pela Mãe de
Jesus. Pouco tempo depois, tudo desapareceu e o céu voltou ao normal, como que
por encanto.
O jesuíta missionário, padre
Andrade, do mosteiro de Baturité, rezou uma missa no local e o povo não tirava
os olhos do céu, na expectativa de que algo ainda pudesse acontecer. Logo após
a celebração, o beato informava que a Santa havia prometido voltar no dia 5 de
novembro, quando alguém apontou para o céu e gritou: “olhem as contas do rosário da Virgem”. Os pesquisadores Paulo César
Távora e Hélio Loyola apontaram suas máquinas fotográficas e documentaram a
existência de 4 UFOs camuflados que, pela distância, foram calculados em 30 m
de diâmetro, onde três deles estavam enfileirados e o outro, afastado, estava
menos encoberto e mostrava ser discoidal, sólido, metálico e bem definido.
Deste, escapava um tipo de fumaça. Estavam parados, como se observassem o
acontecimento e, então, as nuvens se movimentaram do mesmo modo suspeito, para
finalmente confirmarem a forma dos objetos: autênticos discos voadores! Depois
desapareceram entre nuvens naturais, mas deixaram provas fotográficas incríveis
de sua presença, além de mais de 5.000 pessoas como testemunhas. A filmadora
somente conseguiu captar 3 colunas de alguma coisa semelhante à poeira,
provenientes detrás de duas palmeiras onde a Virgem deveria estar, na suposição
do vidente.

Foto realizada no local dos fatos: Um UFO de grandes proporções
acima das nuvens.

Foto surpreendente, flagrando 3 UFOs em movimento, circulando a
região exata dos acontecimentos.
Quando entrevistados, muitos
dos fiéis identificaram os UFOs como
“lágrimas” da Senhora em seu pranto pelos humanos ou mesmo “contas” de
seu colar e acreditavam ter estado em sua divina presença. Também declararam
que aquele fenômeno não poderia ter sido provocado por discos voadores.
Análise dos efeitos
O engenheiro eletricista
Paulo César Távora, integrante do CPU no local, havia espalhado alguns
aparelhos pela área, como detectores de campo magnético dinâmico, energia
eletrostática e infravermelho. Quando ocorreu o fenômeno da brisa circulante, o
detector de campo magnético dinâmico não se alterou, porém, o de campo eletrostático
apresentou registro de 10 pulsos por segundo, confirmando assim a presença de
forte eletricidade estática no local, causando mais surpresa o fato da
eletricidade se apresentar pulsada e não com intercalação mais prolongada, como
seria esperado. A aparelhagem foi testada antes e depois do fenômeno e não
estava defeituosa.
O vice-presidente, à época,
da Estação de Lançamentos de Alcântara, no Maranhão, coronel José Celso Cutrim
Luande, declarou que o fenômeno foi causado pelo lançamento dos foguetes Niko
Tomahawk, da Operação Guará. Segundo Luande, a 300 km de altitude esses mísseis
liberavam bário para medir a luminescência nas camadas superiores. O CPU chegou
a acompanhar uma destas experiências, acompanhados dos membros do Observatório
Astronômico Herschel-Einstein, sob a direção do astrônomo e professor Cláudio
Pamplona. Eram realizadas sempre entre 18:00 h e 18:30 h, quando o céu não
estava mais iluminado pelo sol. Apresentavam um espetáculo fantástico, mas
totalmente diferente do fenômeno documentado em Baturité.
Segundo o Prof. Pamplona, uma
experiência com bário entre 12:00 h e 17:00 h seria inútil para pesquisas de
luminescência na ionosfera e, para que fosse visível em Baturité, o lançamento
dos foguetes deveria acontecer na Barreira do Inferno, no Rio Grande do Norte.
De Alcântara, no Maranhão, o fenômeno provocado deveria ser observado no
horizonte a noroeste e não no zênite, como ocorreu no Sítio Labirinto. Além
disso, seria visto em vários pontos do Ceará, inclusive em Fortaleza e não
seria localizado somente naquele local.
5 de novembro: nova aparição
Novamente, um espetáculo fora
do comum, acompanhado pelos fiéis, por pesquisadores, muitos curiosos e também
por ufólogos, tomou conta do lugar. Desta feita, os pesquisadores documentaram
algo que lhes pareceu uma projeção holográfica: ao lado do sol, um estranho
disco de luz vermelha e pulsante era acompanhado por 14 esferas que pareciam
sair de um compartimento invisível a olho nu, mas capturado pela máquina
fotográfica. O disco principal mudava de cor numa seqüência vermelho, roxo,
amarelo, verde e azul. Os seguidores do beato gritavam horrorizados com tal
fenômeno, interpretado por eles como sendo o fim do mundo. Em uma das
fotografias tiradas do sol, com a ajuda de um filtro, foi detectada a presença
do disco em forma de concha. Muitas testemunhas foram unânimes em afirmar a
veracidade do fato, algumas descrevendo a aparição como sendo a Estrela de
Belém. Era uma esfera azulada, parecida com a lua cheia e atraía a atenção dos
motoristas que passavam perto do sítio.
Outras aparições aconteceram
no mesmo ano, com um novo local escolhido por José Ernani para a visita da
santa, muito bem organizado, com altar de alvenaria, serviço de som, bancas e
uma clareira aberta de 20.000 m para acomodar os fiéis. Juntamente com alguns
representantes da Igreja, ele tinha a intenção de construir uma capela e estava
arrecadando donativos. Os seguidores juravam que viam a Virgem, às vezes
sozinha, jogando pétalas sobre a multidão, ou com Jesus no colo. No entanto,
nada foi provado que pudesse confirmar estas declarações. Aliás, pelo
contrário: a própria Igreja Católica acabou negando a existência de qualquer
aparição em Baturité e alertou os fiéis para que tomassem cuidado com falsos
profetas. Segundo dom Aloísio Lorscheider e o padre Aldo Pagotto, o passado do
beato José Ernani era duvidoso e não deveria-se acreditar em tudo o que ele
dizia a respeito da Virgem. Além disso, os religiosos admitiram publicamente
que as aparições eram um assunto exclusivo da Ufologia e não da Igreja.
Conclusão
·
Não há dúvidas
de que realmente foram presenciados em Baturité fenômenos instigantes,
caracteristicamente ufológicos, onde nuvens, clima, céu, imagens e pessoas
foram controladas por uma inteligência avançada ou superior;
·
Toda a
movimentação foi acompanhada e documentada exaustivamente por pessoal
capacitado e acostumado com a geografia, ambiente e outras particularidades da
região;
·
União insólita
das nuvens, como que atraídas ou empurradas uma à outra. Brisa refrescante (em
meio a um calor insuportável, típico da região) e o campo eletrostático que
surgiu repentinamente. As três colunas de fumaça direcionadas ao solo. Objetos
metálicos e sólidos que se camuflavam, saíam das nuvens a grandes altitudes e
desapareciam misteriosamente entre elas, confundidos pelos fiéis como aparições
religiosas, mas classificados pelos ufólogos como ação e presença alienígena,
corretamente, inclusive com a asserção da Igreja;
·
De algum modo, o beato
esteve, indubitavelmente, ligado ao fenômeno, pois sabia sobre horas e locais
exatos das manifestações. Este pormenor parece ser comum quando o assunto em
questão são as aparições marianas: alguém serve como um tipo de canal de
comunicação para transformar-se em portador das mensagens “divinas”. Todavia,
não sabemos se os conteúdos repassados por estas pessoas são fidedignos, ou
fruto de códigos mal compilados pela mente humana, principalmente pelo alto
teor apocalíptico e, às vezes, até infantil, dos recados;
·
As fotos tiradas
pelo CPU percorreram o mundo e foram destaque em revistas especializadas em
Ufologia e em canais de TV, da América à Europa, sendo analisadas por diversos
especialistas. Aqui no Brasil, pelo jornal Diário do Nordeste, TV Verdes Mares
e estudiosos particulares, dentre eles, alguns ufólogos. Durante as etapas da
investigação, conseguiu-se tirar muitas fotografias de luzes piscantes e
coloridas nas redondezas, demonstrando a intensa onda ufológica da região
naquele período e indicando uma possível ligação entre os acontecimentos;
·
Entre os
pesquisadores do caso Baturité, houve a conclusão de que os UFOs avistados
fugiam ao convencional, com aparência de gigantescas conchas do mar e teriam
capacidade de liberar naves menores, como as que foram observadas pelos fiéis;
·
Foram eventos
pacíficos, bem diferente de outros como conhecemos, em toda região Norte e
Nordeste brasileira, onde UFOs atacam, ferem e chegam até a matar suas vítimas.
Para finalizar, sempre restam muitas
perguntas, as quais ainda não adquirimos maturidade científica e espiritual
necessárias para desvelar e compreender: o que houve, afinal, no Sitio
Labirinto? A onda ufológica anterior aos
acontecimentos locais seria uma preparação para o que
estava por vir? Os UFOs estariam pessoalmente por trás dos fenômenos marianos
em Baturité, ou apenas acompanhando as ocorrências? Estariam, na verdade,
“escoltando” uma entidade superior? Qual seria a
mensagem original por trás dos avistamentos e contatos marianos pelo mundo, já
que grande parte deles são, sem dúvida, casos ufológicos? A “comunicação”
aparenta não estar funcionando e não estamos entendendo nada do que querem nos
transmitir, sejam os remetentes extraterrestres, seres divinos ou formas de
vida completamente alienígenas. Parece que nossos primitivos
antepassados se comunicavam de maneira bem mais simples, rápida e eficaz com os
deuses, onde monólitos, cavernas, tendas ou estranhos artefatos serviam como
transmissores e receptores de mensagens ou ordens diretas de seres superiores.
Por que não falam mais, como em tempos remotos, direta e francamente conosco?
Mas, será que adiantaria alguma coisa?
Pelo visto, o “defeito” está justamente
no principal veículo de comunicação de que dispomos: o próprio ser humano!
Paulo R. Poian é acadêmico de ciências biológicas, pesquisador de Exobiologia e consultor da Revista UFO. Atua também como coordenador das listas de debates da publicação no Yahoogrupos. Seu endereço é: Rua Augusto Metzker 200, 13604-181 Araras(SP). E-mail: paulo.poian@ufo.com.br
Bibliografía
ATHAYDE, R. Ets: santos e demônios na terra do sol. Coleção Biblioteca UFO. Campo Grande: AG, 2000, 246 p.
PRATT, B. Perigo alienígena no Brasil. Coleção Biblioteca UFO. Limeira: Conhecimento, 2003, 336 p.
Revista UFO Brasileira http://www.ufo.com.br/ .
Imagens: Centro de Pesquisas Ufológicas (CPU), de Fortaleza, Ceará, Brasil.